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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Recursos são repassados no combate à DENGUE

Saúde libera mais de R$ 360 mi para combate à dengue


O Ministério da Saúde autorizou o repasse de mais de R$ 360 milhões para municípios de todo o Brasil intensificarem o combate ao mosquito da dengue. 

Os recursos fazem parte do Fundo Variável de Vigilância em Saúde (PVVS), do Componente de Vigilância em Saúde de incentivo financeiro para qualificação de ações de vigilância. A decisão está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (20).

Ao todo, foram liberados 30% do PVVS anual, totalizando R$ 363,3 milhões, em parcela única, aos Fundos Estaduais, Municipais e do Distrito Federal.

Em 2013, o Brasil já conseguiu reduzir em 30% o número de mortes por dengue e tem, hoje, tem um dos menores índices de mortalidade pela doença nas Américas, com 0,03 óbitos para cada 100 notificações.

Nº 225, quarta-feira, 20 de novembro de 2013, Diário Oficial da União

PORTARIA No  2.760, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013

Autoriza repasse no Piso Variável de Vigilância em Saúde (PVVS) do Componente de Vigilância em Saúde de incentivo financeiro para qualificação das ações de vigilância, prevenção e controle da dengue.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art.87 da Constituição, e Considerando a Portaria nº 204/GM/MS, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento, com o respectivo monitoramento e controle;

Considerando o Decreto nº 1.232, de 30 de agosto de 1994, que dispõe sobre as condições e a forma de repasse, regular e automático, de recursos do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, e dá outras providências;

Considerando a Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, que regulamenta o § 3º do art. 198 da Constituição Federal, para dispor dos valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios em ações e serviços públicos de saúde;

Considerando a Portaria nº 1.378/GM/MS, de 9 de julho de 2013, que aprova as diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Municípios, Distrito Federal;

Considerando os diversos condicionantes que permitem a manutenção de criadouros do mosquito Aedes aegypti nos Municípios e a existência de um grande contingente populacional já exposto a várias infecções pelos diversos sorotipos da dengue o que aumenta o risco para ocorrência de epidemias de formas graves da doença; a circulação do sorotipo DENV 4 para o qual grande parte da população brasileira é susceptível; e Considerando a necessidade de intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue antes de seu período sazonal com a realização de ações de combate ao vetor, vigilância
epidemiológica, e aprimoramento dos planos de contingência, resolve:

Art. 1º Fica autorizado o repasse no Piso Variável de Vigilância em Saúde (PVVS) do Componente de Vigilância em Saúde de incentivo financeiro para qualificação das ações de vigilância, prevenção e controle da dengue.

Art. 2º Os recursos financeiros a serem alocados corresponderão a 30% (trinta por cento) do valor anual do Piso Fixo de Vigilância em Saúde, totalizando R$ 363.378.820,08 (trezentos e sessenta e três milhões, trezentos e setenta e oito mil oitocentos e vintes reais e oito centavos).

Art. 3º O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência automática deste valor para os Fundos Estaduais, Fundo do Distrito Federal e Fundos Municipais em parcela única de acordos com os Anexos I e II a esta Portaria.

Art. 4º O crédito orçamentário de que trata esta Portaria correrá por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.305.2015.20AL - Incentivo Financeiro aos Estados, Distrito Federal e Municípios para a Vigilância em Saúde.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

            ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA
                          Ministro da Saúde


CE Ceará - 230000 - R$ 2.742.382,94

Pentecoste nº do IBGE 231070, foi repassado - R$ 56.770,77


Fonte: EBC


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O QUE ESPERAR DE UM SINDICATO APAGADO?



SINDSEP-PENTECOSTE, O QUE ESPERAR DE UM SINDICATO APAGADO?

NADA, pois inúmeras vezes fiz artigos alertando os servidores públicos de Pentecoste acerca de um Sindicato que não representa os servidores municipais. A sua inércia, praticada por uma diretoria incompetente, incapaz e por que não dizer, com uns rabinhos preso à administração pública de Pentecoste, isso, mas uma vez mostra o seu descrédito junto aos servidores que, não, mas espera desta diretoria ações concretas que possa vir a melhorar a vida funcional dos servidores deste município.

Passamos pela Data-base da categoria, e o Sindsep,NADA fez, passou-se o Dia do Professor, e, mas uma vez, NADA, passamos pelo Dia do Servidor Público e, como se vê não temos NADA para comemorarmos.

Lembram do Sindicato dos Bancários que a pouco brigou pela categoria e com greve e negociações conseguiram um bom reajusta para a classe dos Bancários, como acontece todos os anos?

Senhores professores será que sua categoria terá RATEIO no final de 2013?
Resposta: Pergunte a seu SINDICATO.

Temos ainda a falta de transparência com os filiados, pois deveria utilizar o BLOG do SINDSEP, e prestar contas de suas receitas e despesas feitas pelo SINDSEP-PENTECOSTE, o que ainda em 2013 não foi feito, como manda o ESTATUTO DO SINDICATO. DIVULGAR OS ATOS DE GESTÃO É UMA QUESTÃO DE NOBREZA E RESPEITO.

Estamos terminando 2013, e o SINDSEP-PENTECOSTE, ainda não nos proporcionou uma real valorização.
Desculpas e mais Desculpas, essa e a maior meta alcançada até o momento pelo nosso “extraordinário” SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE PENTECOSTE.

Melhor, seria que essa Diretoria aprendesse a ter vergonha, de uma medíocre atuação como representante dos servidores de Pentecoste.

Podemos enganar por um tempo, mas não o tempo todo.     

Deixo aqui, um abraço aos servidores de Pentecoste!

sábado, 17 de agosto de 2013

Agentes Comunitário de Saúde

14/08/2013 - 22h33

Presidente da Câmara marca votação de piso de agentes de saúde para o dia 3

Lúcio Bernardo Jr/Câmara dos Deputados
Agentes de Saúde fazem protesto no Hall da Taquigrafia
Agentes de saúde vieram à Câmara, nesta quarta, pressionar pela votação do piso.

Após reunir-se com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, anunciou nesta quarta-feira (14) que vai pautar para 3 de setembro a votação do piso nacional dos agentes comunitários de saúde (Projeto de Lei 7495/06). “O ministro Alexandre Padilha afirmou que a proposta não gera custo para o governo”, observou.

Henrique Eduardo Alves explicou aos deputados e a representantes dos agentes de saúde que a pauta está trancada, por isso não será possível votar o projeto neste mês. “Peço paciência aos agentes de saúde. Trata-se de uma categoria importante, mas sofrida e penalizada.”

Segundo estimativas da confederação da categoria, mais de 3 mil agentes de saúde de 18 estados vieram à Câmara nesta quarta-feira para pressionar pela votação do projeto.

Íntegra da proposta:

Câmara Notícias