quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

60 ANOS DA ESCOLA FRANCISCO SÁ

De inicio quero parabenizar a Escola Francisco Sá pelos seus 60 anos de fundação.
Aqui passo a relatar um curto período que fui estudante desta escola e dizer que gostei muito os seis meses que ali estive como aluno. Também relembrar algumas pessoas que na época foram meus colegas de classe e outras como funcionários da escola.
Quem não lembra do seu Ramiro pai do nosso ilustre professor Cleiton Brilhante e que na época fazia parte do quadro de professores desta escola e tantos outros nobres professores e professoras como Margaret filha da nossa diretora Margarida. Foram tantas as pessoas boas no ano em que estudei que até seria ruim não lembrar de todas elas, até por que já se vão vinte e dois anos que ali estudei. Vou citar alguns de meus colegas de classe como: Cleiton, Danuzio, Renatinha, Ricardo e Raimundo Lauriano entre outras pessoas que não lembro agora, mas que adorei muito de telas com colegas de classe.

PARABÉNS!!!!

Alexandre Hercules

Pentecoste, 24 de fevereiro de 2011.

MÍNIMO APROVADO

Aumento será dado por decreto

24/2/2011

Nos próximos quatro anos, o reajuste não passará pelo Congresso e dependerá apenas da decisão da presidente
Brasília. O Senado aprovou, ontem, o salário mínimo de R$ 545. Com maioria folgada dos governistas na Casa, os senadores mantiveram integralmente o texto encaminhado pelo Executivo ao Congresso, inclusive o artigo que permite o reajuste salarial por decreto nos próximos quatro anos. O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

Cinquenta e quatro senadores aprovaram a proposta do decreto, vinte se opuseram e três se abstiveram. A oposição acusou o governo de retirar o Congresso da discussão.

O texto base, que trazia o valor de R$ 545, foi aprovado em votação simbólica, ou seja, os votos não foram contabilizados no painel eletrônico. A oposição fez discursos calorosos contra a proposta. Em um dos debates, o senador Itamar Franco (PPS-MG) trocou farpas com o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Itamar afirmou que uma família brasileira não tem condições de viver com o valor sugerido pelo governo. E relembrou o ex-presidente João Figueiredo. "Uma vez perguntaram para um presidente o que faria com um salário mínimo, sabe o que respondeu?", questionou a Jucá. O peemedebista respondeu: "que daria um tiro na cabeça".

Emendas
A emenda pelo salário mínimo de R$ 600, aprovada pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR), foi derrotada com facilidade. Teve 17 votos a favor e 55 contra, com cinco abstenções.

Durante o dia, o Planalto enquadrou até mesmo o senador Paulo Paim (PT-RS), que no passado chegou a fazer greve de fome em plenário por aumentos para o mínimo e aposentados. Logo na abertura da sessão do Senado, Paim anunciou na tribuna que votaria com a proposta do governo de R$ 545.

Os governistas também derrubaram a emenda que aumentava o valor do mínimo para R$ 560 por 54 votos contra 19, além de quatro abstenções.

Dissidentes
Cinco senadores do PMDB votaram contra o governo ou abstiveram-se da votação. Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE) votou a favor de duas emendas que aumentavam o valor do mínimo para R$ 600 e R$ 560.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) apoiou o mínimo de R$ 560, enquanto Pedro Simon (PMDB-RS), Casildo Maldaner (SC) e Luiz Henrique da Silveira (SC) se abstiveram nas duas emendas. Ainda entre os aliados, Ana Amélia Lemos (PP-RS) votou a favor das emendas de R$ 600 e R$ 560.

Já Pedro Taques (PDT-MT) apoiou o valor de R$ 560 e acusou o governo de tê-lo ameaçado. "Disseram que se eu fizesse isso (votasse contra), eu poderia ser retirado da Comissão de Constituição e Justiça, que eu não teria minhas emendas ao Orçamento liberadas e seria retirado dos cargos de segundo e terceiro escalões indicados para o governo", disse.

Na oposição, a surpresa foi a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que se absteve na votação das duas emendas que elevavam o valor do mínimo. Na prática, isso representa que a democrata apoiou o valor de R$ 545 proposto pelo governo federal.

PLENÁRIOTucanos reclamam de mudança de posição do PT
Com o objetivo de mostrar a mudança de comportamento do PT nas discussões sobre o salário mínimo, a oposição exibiu, ontem, no plenário do Senado foto que reunia petistas ilustres durante uma das votações do mínimo durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) - quando o partido era de oposição.

Os petistas aparecem na foto sorrindo, fazendo gestos sinalizando que o aumento concedido pelo governo ao salário mínimo na época era pequeno.

Estão na foto ministros do atual governo, como Antônio Palocci (Casa Civil) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), assim como os ex-ministros de Lula José Dirceu, Ricardo Berzoini e o governador Agnelo Queiroz (PT-DF).

"O tempo mostra quem é quem. Como é bom esperar para ver as máscaras caírem", afirmou o senador Mário Couto (PSDB-PA). Diversos petistas foram vaiados por sindicalistas que lotaram as galerias do Senado. O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, sentou-se ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), em área da oposição.

"A oposição que defende salário de R$ 600 é a mesma que governou lá atrás com "política de arrocho", afirmou o senador Humberto Costa (PT-PE).

Fonte: DN

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PLENÁRIO / Pronunciamentos

Paim sobre voto a favor do mínimo: Dilma prometeu apoio a reajuste para aposentados

O senador Paulo Paim (PT-RS) justificou em Plenário nesta quarta-feira (23) sua adesão à proposta governista (PLC 1/11) de um salário mínimo de R$ 545. Ele admitiu, assim, ter desistido da luta que vinha mantendo juntamente com as centrais sindicais por um aumento maior de, pelo menos, R$ 560.

A justificativa foi que, em conversa mantida com a presidente Dilma Rousseff, recebeu dela a garantia de que irá manter a política salarial de valorização do mínimo conquistada, segundo Paim, por todos os partidos e centrais sindicais. 

O acerto ocorrido em 2007, entre governo, centrais e Congresso, foi de que o reajuste do salário mínimo seria feito de acordo com a inflação do período mais o percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Paim disse ainda que Dilma prometeu assumir compromisso com outras duas importantes bandeiras defendidas por ele: o fim do fator previdenciárioEntenda o assunto, para o qual prevê uma política alternativa, e uma política de valorização das aposentadorias e pensões do Instituto Nacional da Previdência Social.

- Essa política salarial é a melhor política que já se teve no país, e o mérito é de todos os partidos - assegurou. O parlamentar acrescentou que não percebeu entre senadores e deputados "nenhum ataque" à atual política salarial.

Ainda justificando a nova posição e afirmando que todos no Senado "conhecem por antecipação" o resultado da votação do PLC 1/11 no Plenário, na tarde de hoje, Paim recordou sua trajetória parlamentar como deputado e senador que, ao longo de 30 anos, tem lutado pela valorização do salário mínimo e das aposentadorias e pensões.

Mencionou que, no início do governo Lula, assumiu compromisso com a aprovação da chamada PEC Paralela, com mudanças na reforma da Previdência, quando poucos acreditavam na sua aprovação. Um ano depois ela foi aprovada no Senado e, encaminhada à Câmara dos Deputados, acabou sendo aprovada e tornando-se lei.

Fonte: Redação / Agência Senado

PLENÁRIO / Pronunciamentos

23/02/2011 - 15h43
 
Mário Couto promete desmascarar falsos defensores do trabalhador
O senador Mário Couto (PSDB-PA) disse nesta quarta-feira (23) que vai anotar os nomes dos senadores que votarem a favor da proposta do governo para reajuste do salário mínimo, para saber quem defende realmente os trabalhadores e os aposentados e quem "engana o Brasil". 

Couto se disse "revoltado" com a tentativa do governo de cassar a prerrogativa constitucional do Congresso Nacional e de decidir o valor do salário mínimo por decreto.

- Se não bastassem as medidas provisórias para engessar o Poder Legislativo, vem agora, embutida dentro da votação do salário mínimo, uma condenação a esta Casa. Lutamos tanto pela nossa democracia, foram anos e anos de ditadura neste país. 

O mundo repudia hoje as ditaduras existentes ainda. Como é que se quer implantar a decisão do salário mínimo na mão de uma única pessoa, na mão da presidente da República? Ela, através de decreto, é quem vai dizer o valor do salário mínimo. E esta Casa, que é do povo brasileiro, e esta Casa, em que cada um de nós que estamos aqui é a voz daqueles que confiaram na gente? - questionou.

Afirmando que "o tempo desmascara", o senador mostrou uma foto do ano 2000 em que os então deputados federais petistas José Dirceu, Antonio Palocci, Aloizio Mercadante e Ricardo Berzoini protestam contra o reajuste do mínimo proposto pelo governo Fernando Henrique Cardoso, de R$ 136 para R$ 151, ou 11,11%. A inflação de 1999 tinha sido de 8,94%. No ano seguinte, 2001, o mínimo foi para R$ 180 (19% de elevação), contra uma inflação, em 2000, de 5,97%. 

O salário votado para 2002 foi de R$ 200, com reajuste de 11,11%, contra uma inflação, em 2001, de 7,67%.

Fonte: Redação / Agência Senado

Hospital de Messejana tem 92% dos pacientes satisfeitos

Em janeiro, o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes realizou mais uma pesquisa de satisfação junto aos pacientes atendidos nas unidades de internação e posto 2 da emergência. 

Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) responderam um questionário com indagações variadas acerca do atendimento recebido no Hospital e serviços prestados pela instituição. O resultado foi bastante positivo em janeiro, já que 92% estavam satisfeitos. Em 2010, o índice de satisfação foi de 91,5%.

Os pacientes responderam 10 perguntas. Avaliaram como foram recebidos na emergência e nas unidades, o que acharam do tratamento prestado por médicos e enfermeiros, se receberam esclarecimentos a respeito dos procedimentos. 

Também analisaram a qualidade das refeições servidas, a higiene das enfermarias e outros pontos importantes para os administradores do HM terem ciência da atual realidade vivenciada pelos usuários atendidos na instituição.

Segundo a diretora geral do Hospital de Messejana, Socorro Martins, a pesquisa de satisfação, realizada todo mês, é uma ferramenta estratégica para apontar as falhas e, a partir daí, buscar as melhores soluções para corrigi-las. “Os números apontam que os administradores do Hospital de Messejana estão no caminho certo”, avalia a diretora. 

Em 2009, o índice de satisfação dos usuários foi de 89,7%. A informação serviu como base para a implementação de melhorias em algumas áreas. Já em 2010 o quadro mudou para melhor e a pesquisa revelou que 91,5% dos pacientes estavam satisfeito com o atendimento recebido no Hospital de Messejana.

23.02.2011 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Hospital de Messejana

Porto do Pecém lidera importação de algodão


Com a liderança na exportação de frutas e calçados desde meados de 2010, o Porto do Pecém passa a liderar também o ranking de importação de algodão entre todos os portos brasileiros. Os dados são da Secex - Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

No mês de janeiro deste ano foram importadas através do porto cearense, 3.771 toneladas de algodão, o que representa um crescimento de 94% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram importadas 1.939 toneladas. Esses números dão ao Pecém uma participação de 35% entre os portos do País, seguido pelos terminais de Itajaí, em Santa Catarina, (19%); Santos (18%); Vitória (8%) e Suape, em Pernambuco (5%).

Na importação de produtos siderúrgicos o Pecém manteve a terceira colocação, com a participação de 10% do total importado pelos portos brasileiros. O primeiro colocado foi o de Santos, com 26%, seguindo-se o de São Francisco com 22, o Pecém (10%), Rio de Janeiro (8%) e Paranaguá, com 7%.

A estatística da Secex no que diz respeito às exportações confirmam, mais uma vez, a liderança do Pecém nos quesitos frutas e calçados. No ranking de exportação de frutas a participação do Pecém é de 57%, com 24 mil toneladas movimentadas, seguindo-se os portos do Mucuripe (17%), Santos (11), Natal (8) e Salvador (7%).

No quesito exportação de calçados o Pecém também permanece na liderança com participação de 46% e 2.151 toneladas movimentadas, seguindo-se os portos de Rio Grande com 28%, Santos (12%), Mucuripe (6%) e Suape (3%).

A movimentação de mercadorias através de contêineres registrou um acréscimo de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, com o transporte de 132 mil toneladas, sendo 57 mil na exportação e 73 mil em importação.

O total geral de movimentação de mercadorias sofreu variação negativa de 29%, considerando que não foi registrada nenhuma operação no item granel líquido, em virtude de manutenção que está sendo realizada nos equipamentos da Petrobras. 

23.02.11 

Fonte: Assessoria de Comunicção da Cearáportos

Joseoly Moreira ( joseoly@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 85 3267.2525)

Piscicultura: novos projetos estimulam criação de tilápia.

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A Secretaria dos Recursos Hídricos registrou, ano passado, 37 novas outorgas para implantação de projetos em piscultura nos açudes públicos do Estado, destinados, principalmente, para a instalação do criatórios do peixe tilápia, de larga produção, grande aceitação comercial e bastante consumido no Ceará. O crescente número de autorizações – nos últimos quatro anos chegou a 63 - foi feito para produtores de peixes em cativeiro, mas ocupando espaços d'água em açudes estaduais. O maior número se deu em favor da aquicultura desenvolvida na Bacia Hidrográfica Metropolitana, detentora dos reservatórios situados na Região Metropolitana de Fortaleza

O técnico Luiz Amisterdan explica que a emissão de outorga observa rigorosamente as leis federais e estaduais que regulam a emissão dos documentos. Para isso, ele ressalta a questão das licenças ambientais que são fornecidas por órgãos estaduais que cuidam do meio ambiente. As emissões desses documentos no Ceará se referem a açudes públicos estaduais situados nas bacias hidrográficas do Acaraú, Alto Jaguaribe, Baixo Jaguaribe, Banabuiú, Coreaú, Curu, Litorânea, Médio Jaguaribe, Metropolitana, Salgado, Parnaíba e outras áreas.

A Secretaria dos Recursos Hídricos centraliza os procedimentos para autorização de cada empreendimento e é responsável pela análise técnica do projeto, tendo como foco a localização adequada do empreendimento no reservatório d'água, bem como as questões técnicas do criatório, o encaminhamento de cada projeto para expedição da licença pela Marinha, IBAMA, SPU-Superintendência do Patrimônio da União em cada Estado e ANA-Agência Nacional de Água, e, ainda, cuida da emissão do Registro de Aquicultor para cada portador do projeto.

23.02.2011 

Fonte: Assessoria de Imprensa da SRH

Wilson Pinto ( wilson.pinto@srh.ce.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 85 3101.4056)